Este novo trabalho nasceu do encontro entre cerâmica, escrita e natureza. Uma encomenda especial composta por diversas placas de azulejos 15 x 30 cm, cada uma trazendo o nome de uma árvore brasileira, pintado à mão em azul e branco, como um inventário sensível da nossa paisagem vegetal.
Ipê, jequitibá, pau-brasil, jatobá, mangueira.
Cada nome ocupa o azulejo como se criasse raízes na cerâmica.
As placas foram inteiramente pintadas à mão, respeitando o ritmo lento do gesto artesanal. O azul, profundo e sereno, dialoga com o branco do fundo e remete à tradição da azulejaria clássica, enquanto a tipografia escrita à mão transforma cada peça em algo único, irrepetível.
Azulejos artesanais que nomeiam a floresta
Este conjunto de placas de azulejos decorativos 15 x 30 cm não é apenas um elemento visual, mas uma forma de preservar memória. Nomear é reconhecer, é manter vivo. Cada azulejo carrega o peso simbólico de uma árvore brasileira, traduzido em cerâmica através de traço, cor e fogo.
Após a pintura, as placas passam por queima em alta temperatura, garantindo resistência, durabilidade e estabilidade das cores. São peças pensadas para atravessar o tempo, assim como as árvores que inspiram seus nomes.
Placas decorativas em azulejos para interiores e projetos autorais
As placas de azulejos azul e branco podem ser usadas em cozinhas, jardins internos, áreas gourmet, fachadas, pousadas, restaurantes e projetos arquitetônicos que valorizam identidade, arte e brasilidade. O formato 15 x 30 cm permite múltiplas composições, criando painéis, sequências lineares ou intervenções pontuais no espaço.
Cada placa funciona sozinha, mas juntas formam um conjunto poético, quase como um herbário em cerâmica.
Azulejos pintados à mão sob encomenda
Este trabalho foi desenvolvido sob encomenda, permitindo personalização de nomes, estilos de escrita e composição. É uma forma de transformar palavras em matéria, e a natureza em presença permanente no espaço.
Mais do que decorar, essas placas de azulejos registram nomes para que não se percam.
